
O propósito desse post é provocar quem entende do assunto. Por experiência profissional e um pouquinho de sensibilidade, há décadas, tenho observado que a culpa, geralmente experimentada por aquele que deflagra o processo de separação, é a grande vilã quando, por consenso, se tenta alinhavar os seus termos, cláusulas e condições.
Homens e mulheres agem e reagem diferentemente ao "peso" da culpa pela separação, pelo malogro de um projeto de vida.
Como dizem - acertadamente os orientais, a meu ver! - homem é como palha que se inflama e se consome mais rápido do que seria razoável esperar por algumas sinapses.
Mulheres, contrariamente, elaboram os sentimentos e, dificilmente, perdem essa queda-de-braços, até porque, sabem desde sempre que não precisam de força, tão valorizada no universo masculino, mas somente de paciência e inteligência (emocional, especialmente).
Costumo dizer que as mulheres, infinitamente mais maduras que os homens, elaboram e vivem o luto da separação, antes, muito antes mesmo de sua "oficialização".
Pois bem! A partir dessas imprecisas impressões pessoais, sabendo que há considerável número de psicólogos(as) e de mulheres que acompanham o blog, gostaria de colher as opiniões desse grupo privilegiado, capacitado a lançar luzes em tão delicado tema.
Alguém se habilita? (torço para que sim!)
RMG